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Sindicatos seguem na busca de um acordo com as Comunitárias

Publicada em 25/09/2020.

As negociações com o Comung, entidade representativa das mantenedoras de instituições comunitárias do Estado, tiveram nova rodada de reuniões nesta sexta-feira, 25.

Na sessão que discutiu um acordo para o ensino básico não houve avanço, pois a representação patronal se recusa a cumprir os mesmos parâmetros da convenção coletiva assinada junto ao Sinepe/RS, sindicato que legalmente representa as instituições de ensino privado. Mesmo assim, um novo encontro foi agendado para a próxima semana.

Situação distinta da câmara que debate o ensino superior, cujas negociações se arrastam desde o primeiro semestre do ano. Na reunião desta sexta-feira foi construída uma proposta que difere dos termos assinados com o Sinepe/RS, em virtude das particularidades vividas pelas instituições de ensino comunitárias. Pela proposição, o reajuste salarial deste ano seria pago por meio de uma parcela autônoma nos salários de outubro, novembro e dezembro, sem que esse o índice inflacionário acumulado até a data-base seja incorporado aos salários dos professores. Com isso, o Comung propõe adiar a discussão sobre o reajuste para março.

Como a proposta é, em tese, um rebaixamento das condições já assinadas com a representação legal das instituições de ensino privado do Estado, o tema terá que ser deliberado em assembleia, cuja data será divulgada em breve nos canais de comunicação do Sinpro.